O Impacto Por Trás das Manchetes: Como as mudanças climáticas já estão afetando a vida no planeta

Nos últimos anos, muito se fala sobre o aquecimento global, sobre o derretimento das geleiras, sobre o aumento do nível do mar e da seca em várias regiões no globo. Mas esses parecem efeitos de uma realidade distante, sempre associados a previsões de 2050 pra frente. Entretanto, as mudanças no clima a nível local já são extremamente evidentes e muito pouco discutidas.

World ice cream
Imagem do AdobeStock

A difusão do termo aquecimento global se deu em meados da década de 1980 e transpôs os meios comunicativos, as classes corporativa, civil e política global em um debate incessante e controverso sobre o aumento da temperatura média do planeta. Os estudos apontam uma grande associação entre o aumento da temperatura e a Segunda Revolução Industrial ocorrida na metade final do século XIX, que disseminou o uso de combustíveis fósseis como força motriz de indústrias e do setor de transportes. A combustão do petróleo está associada a outro termo bastante famoso: a intensificação do efeito estufa. Os gases estufa (CO₂, CH₄, N₂O, H₂O) absorvem a radiação infravermelha térmica emitida pela terra e pelos oceanos, impedindo a dispersão do calor para o espaço. O excesso desses gases na atmosfera, tais quais aqueles provenientes da queima de combustíveis fósseis, agrava esse efeito e está promovendo o aumento da temperatura média do planeta. Além disso, a variação da temperatura influencia o macroclima global, afetando zonas de alta e baixa pressão e, consequentemente, pluviosidade, concentração de sais, dinâmica oceânica etc.

02 Global Temperature Anomaly - NASA
A temperatura cresce rapidamente nas últimas décadas, sendo o último dado de 2018. Imagem: NASA’s Earth Observatory

As consequências desses eventos são amplamente discutidas, já tendo inclusive virado temática para filmes de realidade distópica e apocalíptica, como Mad Max (2015) e Interestelar (2014). No entanto, essas projeções refletem um aparelho antropocêntrico e muitas vezes apontam exclusivamente para os impactos sobre a espécie humana. O calor extremo vai matar as safras e as pessoas vão passar fome. As geleiras vão derreter e as metrópoles costeiras como Los Angeles, Amsterdã e Rio de Janeiro vão perecer. Os campos verdes e férteis vão desertificar. Não haverá água para as necessidades básicas como lavar o cabelo. Essas previsões soam distantes e parecem que não serão problemas com os quais nossa geração terá que lidar. Elas não necessariamente são falsas, no entanto, as mudanças climáticas já estão matando muitos.

A produção científica relacionada ao impacto climático sobre a biodiversidade está em alta e muitos estudos analisam previsões a partir de modelos matemáticos, bem como relatam o abalo sofrido por algumas populações. Modelos biológicos e matemáticos indicam que, no pior cenário, as mudanças climáticas antropogênicas podem causar a sexta extinção em massa da história do planeta. Além disso, o aumento da temperatura pode, não só elevar o risco de extinção de espécies, mas também acelerar o processo à medida que a temperatura média global aumenta.

Um estudo publicado na revista Science em 2010 discorreu sobre uma grande redução na diversidade de lagartos em regiões do México por causa do aumento da temperatura. Os pesquisadores associaram o nicho termal desses répteis à reprodução. Muito afetados pela temperatura exterior, eles têm o costume de se abrigar em locais frescos e, se as temperaturas ficam cada vez maiores em ambientes abertos, eles buscam locais menos quentes, que resultam em isolamento em locais fechados ou de acesso relativamente difícil. Assim, ocorrem menos interações entre indivíduos de uma mesma população, o que compromete a reprodução e por fim, afeta a espécie. O grupo de pesquisadores estimou a extinção de 58% das espécies de lagarto do gênero Sceloporus, que foi o alvo de estudo.

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Lagarto do espécie Sceloporus bulleri com sua distinta coloração azul na parte inferior do corpo. As espécies do gênero Sceloporus possuem diversas colorações, do verde para o marrom para o azul. Imagem: Viva Natura ORG.

Outra publicação, de 2011, na Nature Climate Change, correlacionou as mudanças no clima com a redução do tamanho corporal de diversas espécies e os seus efeitos na cadeia trófica. Com as mudanças climáticas, a distribuição de chuvas no planeta é alterada. Desta forma, latitudes subtropicais que apresentavam chuvas bem distribuídas no decorrer do ano, com um elevado índice pluviométrico, tendem a apresentar secas. Em contrapartida, latitudes muito altas (mais distantes da linha do Equador, próximo aos polos), assim como a região Equatorial, tendem a ficar mais úmidas. Mas como isso interfere no tamanho corpóreo e cadeia trófica?

Sabe-se que o crescimento de uma planta está diretamente relacionado com a sua taxa de respiração, que depende da disponibilidade de água. Portanto, quanto mais água, maior a capacidade da planta de crescer e se desenvolver. Por outro lado, chuvas em demasia podem diluir os nutrientes no solo em função da lixiviação (promovida pelo excesso de água infiltrando por ele). Logo, a redistribuição de precipitações no globo tende a comprometer o tamanho dos produtores primários, seja pela falta de água ou pela escassez de nutrientes. Com isso, os consumidores subsequentes da cadeia alimentar têm menos disponibilidade de alimento e, portanto, menos disponibilidade de fonte de energia para se desenvolverem, o que também pode comprometer o seu tamanho corporal.

Uma vez que os organismos devem dividir energia entre manutenção fisiológica, crescimento e reprodução, em caso de escassez energética uma preferência evolutiva é dada aos dois últimos fatores, limitando o crescimento corporal da espécie. Desta forma, alguns pesquisadores hipotetizam que há uma tendência evolutiva global em favorecer espécies menores, visto que o crescimento pode ser limitado pela decadência de recursos como água e nutrientes.

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O maçarico-de-papo-vermelho (Calidris canutus) como é agora (esq.) e a projeção de como pode ser no futuro (dir.): tamanho reduzido e bico mais longo. Imagem: Jan van Gils, NIOZ.

O outro extremo do planeta também está sendo afetado pelas altas temperaturas ocasionadas pelo aquecimento global. No Mar de Bering, localizado entre o Alaska (EUA) e a Rússia, a superfície do oceano fica recoberta por uma camada de gelo durante o inverno e o aumento da temperatura não só diminui essa camada de gelo, como também gera ondas de calor na superfície do oceano no verão, que afetam o ciclo de vida de mamíferos aquáticos, peixes, aves e algas. Em anos mais quentes, a população de algas tende a diminuir nesse mar, e, com menos produtores primários, toda a cadeia alimentar sofre uma enorme redução que pode ser visualizada em espécies de topo de cadeia, como aves marinhas.

Entre 2016 e 2017 foram encontradas por volta de 60 a 80 vezes mais carcaças de papagaios-do-mar no Mar de Bering do que em anos anteriores, com estimativas de 3,1 a 8,8 mil aves mortas ao longo das várias populações que habitavam diferentes ilhas desse Mar. A alta mortalidade dessas aves é uma repercussão da alta mortalidade geral de seres vivos nos mares do norte na onda de calor que ocorreu entre 2014 e 2018. As aves encontradas durante esse período eram bastante magras e tinham penugem característica da época de troca de penas, período em que se faz necessária muita energia. Isso sugere que o evento massivo de mortes foi causado pela diminuição de fonte de alimento em vários níveis da cadeia alimentar, bem como a perda da diversidade de organismos nessas águas que abrigam grande variedade de animais, incluindo algumas das populações de peixes com maior importância econômica no mundo.

Outro estudo foi coordenado por pesquisadores da UFMG e trouxe para o debate a determinação sexual de tartaruga. Várias espécies de répteis têm a designação macho/fêmea da sua prole a partir de uma faixa de temperatura específica durante a incubação dos seus ovos. Diferentemente de humanos, as tartarugas não definem suas características sexuais a partir de cromossomos X e Y.  Elas possuem genes termossensíveis responsáveis pela produção de enzimas que permitem que as gônadas femininas sejam desenvolvidas. Quanto maior a temperatura, mais fêmeas. Porém, com o desequilíbrio do clima global, a razão sexual dessas espécies pode ser afetada, gerando uma população com muito mais fêmeas do que machos, já que os termômetros têm marcado números maiores. Os cientistas da UFMG constataram um excedente de fêmeas de tartarugas-de-pente (Eretmochelys imbricata) na costa da Bahia. Na falta de machos da mesma espécie, elas estão cruzando frequentemente com machos de outras espécies, como a tartaruga-oliva e a tartaruga-cabeçuda, gerando híbridos.

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Além disso, o aquecimento global já foi diretamente responsável pela extinção de espécies no nosso planeta. Em 2016, o roedor Melomys rubicola foi declarado extinto e, com base em estudos realizados pelo Queensland’s Department of Environment and Heritage Protection, contatou-se que a culpa foi do aumento do nível do mar em decorrência das mudanças climáticas. Esses animais viviam na ilha Bramble Cay, na costa australiana, uma pequena massa de terra com elevação máxima de 3 metros acima do nível do mar. Durante as marés cheias, a ilha costumava ter uma área de 40.000 metros quadrados, o que foi reduzida a apenas 25.000 metros quadrados nos últimos 20 anos. Com isso, toda a vegetação da ilha foi sendo drasticamente impactada, o que fez com que esse rato perdesse cerca de 97% de seu habitat. O último exemplar foi avistado em 2009, sendo o primeiro de muitos mamíferos a desaparecer por causa desse evento global.

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Melomys rubicola, o primeiro mamífero extinto devido ao aquecimento global – Foto de Cameron De Jong

Todos esses estudos de casos não descartam as evidentes consequências sobre a espécie humana, a principal propulsora do desequilíbrio em sua gênese. E essas consequências não giram em torno somente de previsões, visto que as mazelas já estão acontecendo.

Alguns estudos relacionam, pertinentemente, as mudanças climáticas à escassez de comida. Uma publicação de 1994 na revista Nature aborda que um aumento na produção global de comida só seria provável na presença de intensos e custosos investimentos em irrigação e melhoramento das plantas cultivadas. Porém, para países em desenvolvimento, a disponibilidade de água e de tecnologia própria ainda é pequena, e por vezes o capital financeiro para adquirir equipamentos é baixo. Essa abordagem pode parecer obsoleta e malthusiana e pessoas podem argumentar que muita coisa mudou desde 1994 e que suprimento de alimento não seria mais um problema. No entanto, um artigo de 2008 (pouco mais de 10 anos atrás) da revista Science faz previsões para um futuro não tão distante. Em 2030, o Brasil estará dentro dos países que teriam redução na produção. Notícias diárias já indicam um cenário provável: nossos rios estão secando, as temperaturas estão subindo e pequenos e médios agricultores já apresentam perdas em suas produções.

09 Augusta - Michael Bourgault
Sistema de irrigação em Augusta, Estados Unidos. Imagem: Michael Bourgault.

Outra área afetada pelo aumento da temperatura é a qualidade do ar, o surgimento de doenças relacionadas e a saúde pública em geral. Especialistas alegam que a poluição do ar é resultado da combinação de altas taxas de emissões de gases efeito estufa e clima desfavorável, sendo os dois poluentes mais preocupantes para a saúde pública: o ozônio superficial e o material particulado. O ozônio (O₃) é produzido naturalmente na troposfera, camada atmosférica mais próxima da superfície, a partir de CO₂, CH₄, óxidos de nitrogênio e alguns compostos orgânicos voláteis. Os particulados são sulfatos, nitratos, carbono orgânico, carbono inorgânico, poeira e sal marinho, sendo os quatro primeiros mais preocupantes.

O aumento da produção dos gases precursores do ozônio está diretamente relacionado com o acréscimo na temperatura média do planeta, visto que muitos desses gases são estufa. E a alta concentração de ozônio superficial traz consigo sérios danos à saúde. É um gás tóxico, que mesmo em pequenas quantidades é capaz de causar lesões nos brônquios e alvéolos pulmonares, aumento no tempo para preencher os pulmões e na quantidade de fluído presente neles. Além disso, fibrose pulmonar também é observada em organismos com exposição ao gás. Em temperaturas elevadas, nos chamados “picos” (com a maior concentração de ozônio), somados à presença de NO₂, e a menor prevalência de ventos, a exposição constante aos poluentes estagnados pode levar a desenvolvimento de pneumonia, doenças pulmonares crônicas, doenças cardiovasculares e mesmo morte.

Somado a isso, tem-se a preocupante fuligem, partículas oriundas da queima incompleta principalmente do carvão industrial e do diesel. Uma pesquisa divulgada no Journal of Geophysical Research: Atmospheres apontou a fuligem como o segundo agente que mais contribui para o aquecimento global, ficando atrás somente do metano. A fuligem favorece o aquecimento global de duas principais maneiras: absorve o calor irradiado pela superfície (efeito estufa) ou ainda promove a formação de nuvens que dificultam a reflexão das geleiras, acelerando o seu derretimento. Alguns especialistas relacionam a ocorrência de asma, bronquite e pneumonia com a inalação constante de fuligem, comum nos grandes centros onde há indústrias e muitos caminhões trafegando.

10 China - Jerry Zhan
Poluição em Shanghai, China. Foto por: Holger Link.

Por fim, um dos fenômenos mais estudados em se tratando de impactos do aquecimento global em humanos são as ilhas de calor. Por causa da pavimentação nos grandes centros, asfaltos, calçadas, prédios e constante substituição da área verde, os grandes centros urbanos retêm muito calor durante o dia e têm pouco tempo para liberá-lo durante a noite. Por causa de uma onda de calor que afetou a Europa em 2003, 15 mil pessoas morreram – sobretudo idosos. A causa dessas mortes, segundo especialistas, girou em torno principalmente da desidratação. Termômetros marcavam constantemente 40ºC e durante a noite, por muito tempo, não marcaram menos do que 23ºC. Desde então, o governo do país tem investido pesadamente em tecnologias e políticas públicas que visam a reduzir a área de concreto e aumentar áreas verdes em grandes centros como Paris.

Vários estudos aplicados que visam solucionar as ilhas de calor estão sendo feitos ao redor do globo.  Cientistas canadenses em um estudo de 2013 sugeriram o investimento pesado em asfaltos mais claros ou cinzas, uma vez que, quanto mais escura é a cor, maior a capacidade dela de reter calor. Eles também defenderam a criação de prédios que refletem a luz e não a absorvem.  Além disso, uma pesquisa publicada em 2014 na revista Environmental and Climate Technologies concluiu, em seu experimento, que o uso de fachadas verdes ou de jardins verticais em prédios pode reduzir a temperatura dentro do ambiente em até 4ºC.

11 Bosco Verticale - Stefano Boeri
Edifício de luxo Bosco Verticale (Jardim Vertical), do arquiteto Stefano Boeri, em Milão, Itália. O edifício da empresa Boeri Studio foi entregue em 2014. Imagem: Boeri Studio.

O cenário ambiental atual é preocupante, as taxas de extinção estão com uma tendência vertiginosa à aceleração à medida que as temperaturas aumentam. Uma realidade que afeta não somente os humanos, mas a biodiversidade em geral. Contudo, apesar do constante esforço do homem em agredir o ambiente de forma geral, algumas espécies têm desenvolvido meios de sobreviver a essa devastação.

Environment conservation concept. Close up of glass globe in the forest with copy space
Imagem: Adobe Stock

A tendência evolutiva parte do pressuposto que, diante de pressões seletivas, indivíduos mais adaptados ao novo ambiente vão ser selecionados e a espécie tende a remanescer. No entanto, as mudanças são drásticas e o pior de tudo é que estão acontecendo rápido demais para que as espécies tenham tempo de contornar o problema.  A espécie humana poderá ser mesmo a causa da sexta extinção em massa do planeta e talvez, dentro da enorme lista de espécies extintas, Homo sapiens será uma delas.

Co-autoria de:

Amanda Abdo de Oliveira

Athos Moreira Silva

Bernardo Palhares Silva Puliero

Jorge Luís de Melo Guadalupe

Julia de Paula Vilaça Santos

Marina Costa Andrade

 

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Referências

Imagem destacada: PAUL SOUDERS

https://www.researchgate.net/publication/225894518_The_Global_Warming_Debate_A_Review_of_the_State_of_Science

BELLARD, C. Impacts of climate change on the future of biodiversity. Ecology Letters. Vol. 15. Pg. 365-377. 2012.

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[9] SHERIDAN, J. A.; BICKFORD, D. Shrinking body size as an ecological response to climate change. Nature Climate Change. Issue 1, Vol. 8, Pg. 401-406. 2011.

https://www.nps.gov/subjects/aknatureandscience/commonmurrewreck.htm

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2019/05/mudancas-climaticas-causam-mortes-em-massa-de-especie-de-ave.html

http://tamar.org.br/arquivos/Tamar-Responde.pdf

FERREIRA JUNIOR, Paulo Dias. Aspectos ecológicos da determinação sexual em tartarugas. Acta Amaz.,  Manaus ,  v. 39, n. 1, p. 139-154,  Mar.  2009

Lara-Ruiz, Paula;Lopez, Gustave Gilles; Santos, Fabrício Rodrigues dos; Soares, Luciano Silveira. Extensive hybridization in hawksbill turtles (Eretmochelys imbricata) nesting in Brazil revealed by mtDNA analyses. 0 Journal Article

[1] Rosenzweig, C., & Parry, M. L. (13 January 1994). Potential impact of climate change on world food supply. Nature, 367(6459), 133–138.

[5] Jacob, D. J., & Winner, D. A. (January 2009). Effect of climate change on air quality. Elsevier; Atmospheric Environment, 43(1), 51–63.

https://www.nature.com/articles/nclimate3301.epdf?referrer_access_token=x3h6VMISnbeIyNgrB9dLl9RgN0jAjWel9jnR3ZoTv0MyOuS16ChMRKL0u4l1grt5FBWGrjN6wtznvJ8bEKwCEpE7pK0dH6GX1t9Sp7VCA5sQMYpjbeBwPUZ9sQZiOXHLBhw1xNYi6tcntBZz0qVMljS8Ur4-qMTHZr1Eqmoh9yDkecti-Q0P69A9QX-IxUXEM6emS7WUWmS8ktsribGVtrgpI3uePSS6nHlXLV6j6J2f7YXfgWbm4-22YEB1zeyA3eiCOEnk6CcdaQ5molUAeAKYqGYBmEbtSGdfbub-g2l4ouSW83ju6SzVjl3P0wwtiakkSbRESzHJGqGGDtMT9ZH6Ydo1cu2Gr33qUmCCHQc=&tracking_referrer=www.lemonde.fr

https://www.ecycle.com.br/1296-fuligem

https://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,a-fuligem-e-o-poluente-mais-perigoso-para-a-saude,543500

https://sci-hub.tw/10.1080/10298436.2013.782402

https://ortus.rtu.lv/science/lv/publications/19982/fulltext

(https://www.researchgate.net/publication/326332138_Plasticity_reveals_hidden_resistance_to_extinction_under_climate_change_in_the_global_hotspot_of_salamander_diversity)

6 comentários em “O Impacto Por Trás das Manchetes: Como as mudanças climáticas já estão afetando a vida no planeta

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  6. Muito boa a reflexão que o texto nos traz.
    Precisamos nos preocupar realmente com as questões ambientais, para não deixarmos um triste legado às gerações futuras.

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